IX Congreso Ibercom - El espacio iberoamericano de Comunicación en la Era Digital


Noticias: 25/10/2006 - Emisión online del Congreso Ibercom desde atei.es todas +

 

 

 


IX Congreso Ibercom - El espacio iberoamericano de Comunicación en la Era Digital


Anelise Zanoni Cardoso (leer comunicación)

Terrorismo e liberdade de imprensa: estudo do efeito do ato terrorista em uma amostra segmentada do clima de opinião pública brasileiro e norte-americano

Anelise Zanoni Cardoso

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
– Estudante e pesquisadora
anezanoni@yahoo.com

GRUPO DE TRABALHO: Comunicação internacional
IX Congreso IBERCOM
Sevilla-Cádiz, 2006.

Depois cinco anos, os atentados de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos permanecem vivos na memória coletiva. Os atos influenciaram no comportamento dos norte-americanos e colaboraram para ampliar dúvidas sobre a imprensa e sua liberdade.
Capaz não só de noticiar os fatos, mas também de atuar como calmante das massas, a mídia fez repensar conceitos de liberdade arraigados na cultura norte-americana. Uma das explicações é que os atores sociais interessados em chamar a atenção por meio de suas reivindicações políticas ou ideológicas (os terroristas), chamados de antagonistas na teoria transacional de Wolsfeld (1991), colaboram para conduzir a mídia a uma relação de dependência. Nesta ligação, a imprensa recebeu cenários ricos em imagens e apelos emocionais. A veiculação deste conteúdo significou um aumento da audiência, ampliando discussões.
Na verdade, os ataques aos EUA introduziram um debate, que perdura até hoje. Ameaçados, os norte-americanos vivenciaram o pânico por meio da mídia. Nas coberturas, enquadramentos da notícia alimentaram a curiosidade, dando maiores proporções à sensação de insegurança. Para confortar a opinião pública e manter a ordem, imprensa e governo assumiram a autocensura.